Nesta edição, vamos conhecer a história de Evelise, que estudou no Colégio Ser! e hoje tem dois filhos aqui conosco.

Evelise, qual foi o período que você estudou no Colégio Ser!?

Estudei entre 1987 a 1990, fiz os três anos do Colegial e mais um ano de cursinho. Na época o nome não era Colégio Ser e sim Universitário. 

E de todas as memórias que você tem, qual a que mais te marcou?

Oh, muitas memórias!
Ter aulas com professores locais e vindos de outras cidades, já dava um ar de atenção profissional para o Colégio. Lembro também que os recursos existentes na época, eram os que estavam disponíveis nos melhores colégios, como consultorias, e também os testes vocacionais.

Já falando sobre pessoas, os professores Omote e Osmar Giacomelli marcaram demais o período em que estudei! Ter aulas de física era algo novo, e o professor Omote, com seu jeito simples, discreto, era uma sumidade em física! Ainda tenho o livro dele que foi adotado como material do Colégio, na época. 

Já o professor Osmar, com sua irreverência, o uso do “sujeito padrão” (“A Maaaaaaaaaaaaariiiiiiiiiiiiiiiia”) para chamar nossa atenção, os bordões (“ele está na labuta como um bom filho da pátria”), um giz ou outro atirado para o fundo da sala para acordar a galera, são memórias carinhosas que tenho. E, em tempo, tanto o Omote como o senhor Osmar ensinavam de um jeito que faziam os alunos aprenderem. Pelo menos eu, carrego até hoje as regras e fórmulas!

Evelise, e por que o Colégio Ser! para seus filhos? 

Meus filhos nasceram em São Paulo, onde vivi por mais de 20 anos após a conclusão de minha graduação. A pandemia nos trouxe de volta a Sorocaba, e o Colégio Ser! foi a primeira (e única) escola que visitei, pois a apresentação do material do Poliedro e o modo de condução da educação fizeram-me sentir segura para que meus filhos tivessem uma continuidade de estudos conforme estavam acostumados. 

Algum momento emocionante, para além da sala de aula, te marcou?

Lembro-me como se fosse hoje, de uma memória coletiva, que parece pequena mas marcou muito. O professor Osmar saiu de licença médica após ter sofrido um acidente que lhe mutilou parte de um dedo. Ele era querido e o mais emocionante era que conversávamos, entre os alunos, como foi “resgatar” a parte do dedo cortada, e que por mais que ele dissesse que estava bem, no fundo ele estava arrasado.

Se pudesse compartilhar um sentimento que ficou marcado, qual seria?

Gratidão por fazer parte de um pedacinho da história do Colégio Ser!.


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